“Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”
Apocalipse 2:10
Frase magnífica, sussurrada por nosso divino mestre no silêncio sagrado das alturas, inacessíveis para nós e registrada pela alma sensível do apóstolo João como
um farol gigantesco a iluminar nossas trevas para sempre.
“Sê fiel até à morte,” um convite sapiente lançado ao rosto da humanidade como um presente divino aos fracos, aos covardes, aos acomodados, aos perversos e loucos que abandonam a senda luminosa do evangelho todos os dias; àqueles que se deixam arrebatar pelo convite sorrateiro e perverso do diabo.
“Sê fiel até à morte,” um ditame da possibilidade luminosa que todos tem dentro de si, mas fecham os olhos e o coração para ela, amarrados que estão às férreas correntes do mal, ao qual o fim é a desgraça, a dor, a miséria e a desilusão.
“Sê fiel até à morte,” é a tábua de salvação que sobrepõe-se sobre todas as estradas ilusórias e venenosas do mundo, para todos os corações sinceros e humildes, que quiserem seguir as pegadas luminosas de nosso mestre maior.
Um convite sagrado para não se deixar levar pelas coisas tortas e passageiras deste inferno até o fim de nossa estadia aqui. Dando a entender claramente que o objetivo da existência humana é a alma, o espírito. Fora do espírito só há ilusão.
O mais importante compromisso humano não passa de bolha de sabão diante da verdade luminosa eterna, aquela que desceu até nós graças ao sacrifício inenarrável de nosso mestre Jesus.
“...e dar-te-ei a coroa da vida.” Aqui a sabedoria maior de nosso mestre desvela o véu da ilusão e da ignorância diuturna que encobre a visão de quase toda a humanidade, com suas loucuras, seu amor às coisas transitórias e fugazes, que escorrem entre seus dedos como areia. Ele convida para que alimentemos nossa alma com o alimento eterno que sacia nossa alma para sempre e não com os vãos alimentos oferecidos pela ignorância, pela estupidez do mundo, obra do orgulho, do preconceito, da perversidade, do egoísmo e da vaidade, uma edificação universal do diabo.
“...e dar-te-ei a coroa da vida.” É um compromisso eterno de nosso mestre maior a todos que permanecerem fiéis à caminhada evangélica até seu último fôlego neste inferno. Uma garantia de sua palavra eterna, de que será recompensado por todos os espinhos, todas as lutas, todas as lágrimas que suportou calado, humilde e confiante em Deus todos os dias desta carreira dolorosa e baixa, que chamamos de vida, mas que diante da verdade eterna de Deus é a morte.
O divino Mestre.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
sábado, 28 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
O mestre: sua preeminência.
“Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo.”
João 13; 10
A frase acima, proferida pela sabedoria magnificente de nosso mestre Jesus, lança luz à nossa situação pessoal diante da justiça de Deus.
Nosso mestre referiu-se às almas já arrebanhadas à bandeira do evangelho, àquelas que abriram seu coração à luz, à verdade, ao bem e ao amor, mas que ainda estão ligadas à baixa e demoníaca natureza humana, ou seja, toda a humanidade. Ele compreendia que apesar do passo encetado na senda do bem, pessoa alguma torna-se santo de um dia para outro.
Ao dizer “aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés...” ele alertou que o peso do demônio que nos oprime e atormenta, não desaparece, mas fica transformado, torna-se leve. Nossa baixa e demoníaca natureza, não se transforma de uma hora para outra, é necessário palmilhar o caminho do esforço cotidiano. Cada dia palmilhado na senda evangélica é um passo dado em direção a Deus.
Esta frase acima é um consolo para nossas fraquezas e falhas. Uma recomendação iluminada a quem caiu nas armadilhas do diabo. A frase pode ser interpretada assim: “Quem abre seu coração ao evangelho, ainda que esteja propenso a quedas e erros, ainda que se debata com seu demônio, basta um pequeno passo para reaver sua credencial divina, pois seu coração não está enraizado no mal. O diabo não tomou toda a fortaleza de seu coração, esta alma se salvará com pouca dificuldade.”
Nosso mestre maior carregava em si o tesouro radiante de sua sabedoria magnificente. Pessoa alguma, antes ou depois dele, alcançou um patamar tão elevado de sapiência. Coisa compreensível, pois ele estava a bilhões de anos além de nós em sua evolução.
O melhor de nós, o mais inteligente, o mais sábio, é um selvagem bárbaro e ignorante, diante de sua sublime e vastíssima alma.
João 13; 10
A frase acima, proferida pela sabedoria magnificente de nosso mestre Jesus, lança luz à nossa situação pessoal diante da justiça de Deus.
Nosso mestre referiu-se às almas já arrebanhadas à bandeira do evangelho, àquelas que abriram seu coração à luz, à verdade, ao bem e ao amor, mas que ainda estão ligadas à baixa e demoníaca natureza humana, ou seja, toda a humanidade. Ele compreendia que apesar do passo encetado na senda do bem, pessoa alguma torna-se santo de um dia para outro.
Ao dizer “aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés...” ele alertou que o peso do demônio que nos oprime e atormenta, não desaparece, mas fica transformado, torna-se leve. Nossa baixa e demoníaca natureza, não se transforma de uma hora para outra, é necessário palmilhar o caminho do esforço cotidiano. Cada dia palmilhado na senda evangélica é um passo dado em direção a Deus.
Esta frase acima é um consolo para nossas fraquezas e falhas. Uma recomendação iluminada a quem caiu nas armadilhas do diabo. A frase pode ser interpretada assim: “Quem abre seu coração ao evangelho, ainda que esteja propenso a quedas e erros, ainda que se debata com seu demônio, basta um pequeno passo para reaver sua credencial divina, pois seu coração não está enraizado no mal. O diabo não tomou toda a fortaleza de seu coração, esta alma se salvará com pouca dificuldade.”
Nosso mestre maior carregava em si o tesouro radiante de sua sabedoria magnificente. Pessoa alguma, antes ou depois dele, alcançou um patamar tão elevado de sapiência. Coisa compreensível, pois ele estava a bilhões de anos além de nós em sua evolução.
O melhor de nós, o mais inteligente, o mais sábio, é um selvagem bárbaro e ignorante, diante de sua sublime e vastíssima alma.
sábado, 14 de novembro de 2015
O mestre: sua sapiência.
"Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.
Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono."
Apocalipse 3:19-21
A primeira frase destes versículos do apocalipse: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo...” revela um aspecto profundamente transcendental da sublime personalidade de nosso mestre maior, o qual utilizou a boa vontade e a humildade do apóstolo João para deixar à humanidade esta monumental obra, uma obra prima do simbolismo sagrado.
“Eu repreendo e castigo...” revela o quanto é poderoso nosso mestre maior, pois ele tem acesso a recursos inimagináveis para nossa ignorância, estreita e baixa.
Somente os gigantes do espírito tem tal poder. Essas almas tem acesso aos mecanismos profundos e ocultos, os quais governam toda a natureza em todos os confins do universo. Estas poderosas almas manipulam as forças do destino, as quais dirigem as existências de todas as criaturas existentes na natureza. Elas governam mundos e multidões sem fim de humanidades neste universo infinito no qual existimos.
Aqui podemos conjeturar a altura do patamar da sabedoria sublime de nosso mestre maior.
“Eu repreendo e castigo a todos quantos amo...” remete à psicologia humana e sua necessidade de punição quando necessário. A alma humana é baixa, rasteira, astuta e maldosa. Nosso mestre maior sabia disto. Ele compreendia a necessidade do recurso punitivo da dor, sem o qual o perverso coração humano não se abre à luz, à verdade, ao bem e ao amor.
Também ele dá a entender o aspecto benéfico e positivo da justiça divina ao complementar com a frase: “a todos quantos amo...”
Eis um parâmetro interessante da misericórdia divina. Nosso mestre Jesus alertou à alienada e perversa humanidade, que ele está perfeitamente ciente do quanto é necessário a punição, a dor, o martelamento contínuo do sofrimento para que desabroche a flor do bem, do amor e da verdade, camuflada no fundo de nosso coração, sob a aluvião imunda, acumulada em nosso subconsciente por milênios de loucuras e perversidades. Uma herança demoníaca fatal que todos carregam dentro de si e arrasta multidões de pessoas todos os dias para as trevas da dor, da morte e da agonia terrificante.
No segundo parágrafo nosso mestre maior indica a solução para evitar isto ao dizer: “Eis que estou à porta, e bato;” dando a entender que ele está sempre presente diante de nós e convida a todos nós a todo o momento.
No último parágrafo a sapiência de nosso mestre maior se superou ao dizer: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono;” uma clara alusão para quem tiver coragem, boa vontade e humildade para seguir seus passos, afirmando que o objetivo de sua vida deve focar-se no céu do além e não nesta existência limitada, mesquinha, dolorosa e repleta de misérias.
É como se nosso mestre maior dissesse: “Quem abrir seu coração à luz evangélica do bem, do amor e da verdade, vai plantar no tempo hoje, para colher na eternidade amanhã.”
O final do último versículo revela a imensidão de sua alma e seu poder supremo ao afirmar: “Assim como eu venci, e me assentei com meu Pai em seu trono.”
Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono."
Apocalipse 3:19-21
A primeira frase destes versículos do apocalipse: “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo...” revela um aspecto profundamente transcendental da sublime personalidade de nosso mestre maior, o qual utilizou a boa vontade e a humildade do apóstolo João para deixar à humanidade esta monumental obra, uma obra prima do simbolismo sagrado.
“Eu repreendo e castigo...” revela o quanto é poderoso nosso mestre maior, pois ele tem acesso a recursos inimagináveis para nossa ignorância, estreita e baixa.
Somente os gigantes do espírito tem tal poder. Essas almas tem acesso aos mecanismos profundos e ocultos, os quais governam toda a natureza em todos os confins do universo. Estas poderosas almas manipulam as forças do destino, as quais dirigem as existências de todas as criaturas existentes na natureza. Elas governam mundos e multidões sem fim de humanidades neste universo infinito no qual existimos.
Aqui podemos conjeturar a altura do patamar da sabedoria sublime de nosso mestre maior.
“Eu repreendo e castigo a todos quantos amo...” remete à psicologia humana e sua necessidade de punição quando necessário. A alma humana é baixa, rasteira, astuta e maldosa. Nosso mestre maior sabia disto. Ele compreendia a necessidade do recurso punitivo da dor, sem o qual o perverso coração humano não se abre à luz, à verdade, ao bem e ao amor.
Também ele dá a entender o aspecto benéfico e positivo da justiça divina ao complementar com a frase: “a todos quantos amo...”
Eis um parâmetro interessante da misericórdia divina. Nosso mestre Jesus alertou à alienada e perversa humanidade, que ele está perfeitamente ciente do quanto é necessário a punição, a dor, o martelamento contínuo do sofrimento para que desabroche a flor do bem, do amor e da verdade, camuflada no fundo de nosso coração, sob a aluvião imunda, acumulada em nosso subconsciente por milênios de loucuras e perversidades. Uma herança demoníaca fatal que todos carregam dentro de si e arrasta multidões de pessoas todos os dias para as trevas da dor, da morte e da agonia terrificante.
No segundo parágrafo nosso mestre maior indica a solução para evitar isto ao dizer: “Eis que estou à porta, e bato;” dando a entender que ele está sempre presente diante de nós e convida a todos nós a todo o momento.
No último parágrafo a sapiência de nosso mestre maior se superou ao dizer: “Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono;” uma clara alusão para quem tiver coragem, boa vontade e humildade para seguir seus passos, afirmando que o objetivo de sua vida deve focar-se no céu do além e não nesta existência limitada, mesquinha, dolorosa e repleta de misérias.
É como se nosso mestre maior dissesse: “Quem abrir seu coração à luz evangélica do bem, do amor e da verdade, vai plantar no tempo hoje, para colher na eternidade amanhã.”
O final do último versículo revela a imensidão de sua alma e seu poder supremo ao afirmar: “Assim como eu venci, e me assentei com meu Pai em seu trono.”
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