Sempre me impressionou a inaudita coragem de nosso sublime mestre Jesus. Já disse isto, mas minha admiração não diminui.
Para nossa visão humana egoísta e baixa é incompreensível um tal exemplo de amor. Este amor corajoso está infinitamente acima do que pode apreender a craveira humana comum.
Quem pode dizer que é capaz de enfrentar a agonia terrível suportada por nosso mestre maior simplesmente por amor, sem qualquer interesse pessoal.
Meu Deus! Teus desígnios sagrados superam infinitamente a sabedoria do mais sábio dos humanos.
O que somos perante tua sapiência infinita?
Somos crianças ignorantes e perversas se comparados à sublimidade magnífica de nosso mestre maior. Ele é o emissário magnânimo de Seu amor e misericórdia inesgotável. Ele trouxe para nossas trevas perversas a realidade única e verdadeira, sua doutrina luminosa de paz, bondade, amor, beleza, fraternidade e harmonia.
Sem sua coragem espantosa, para suportar os pregos da perversidade, a cruz difamante da estupidez, não seria possível o amor elevadíssimo e puríssimo de Deus penetrar nas densas trevas humanas, onde o diabo domina, graças à fraqueza, ignorância e estupidez dos tolos que o servem.
Cada coração humano tem seu foco de maldade e trevas. Somos todos carentes de luz. Dependemos todos da misericórdia de nosso Pai Infinito, a quem devemos não ser liquidados nas agruras da miséria e do mal que nos atola dia a dia, momento a momento no lodaçal que nossa vontade perversa escolheu para si, iludidos que fomos por nossa cegueira maldita.
É de se espantar que alguém desça de seu paraíso, onde reina a beleza sem fim, a bondade infinita, o amor, a harmonia eterna no seio de Deus para salvar um bando de loucos pertinazes, cegos e maldosos, simplesmente por amor.
Mil palavras não podem expressar um amor tão elevado, nem mesmo uma coragem tão inusitada, daquele que um dia desceu dos céus e estendeu os braços amorosos e meigos para nossa salvação eterna.
O divino Mestre.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
Somente o mestre...
Somente o divino mestre Jesus sabia que o universo está saturado com o amor de Deus.
Somente Ele sabia que a bondade de Deus é um fator ponderável e de suprema importância no equilíbrio das coisas.
Somente ele podia compreender os meandros íntimos das coisas, os quais são ininteligíveis à nossa ignorância.
Somente Ele podia enxergar a verdade sob a aparência enganosa
de nossa ilusão perversa.
Somente Ele podia encarar face a face a luz magnificente de Deus, sem ser ofuscado pela chama devoradora que jorra perpetuamente do imo de Deus e espalha-se por todo o Universo.
Somente Ele podia amar sem as amarras rasteiras do egoísmo e da maldade que pesa como uma tonelada em nossa alma.
Somente Ele podia espalhar as rosas refulgentes do bem, puras e sublimes, as quais foram colhidas no jardim eterno de Deus.
Somente Ele podia oferecer a flor magnífica do perdão sem a praga do interesse e da maldade que nos envenena.
Somente Ele podia difundir pelas estradas pedregosas do mundo a beleza sublime do sentimento.
Somente Ele podia encarar sobranceiro toda a corja de demônios do inferno e afastá-los com um simples olhar.
Somente Ele podia falar sem a malícia ignorante que corrompe
nossas mais belas palavras.
Somente Ele podia cantar a beleza supimpa da legítima humildade sem a ulcerosa nódoa do orgulho que nos enlouquece.
Somente Ele podia plantar a semente luminosa da simplicidade verdadeira sem a erva daninha da vaidade.
Somente Ele podia iluminar nossas trevas com sua sabedoria portentosa, oriunda da verdade eterna de Deus.
Somente Ele podia chamar a si o desafio supremo e assombroso do sacrifício espantoso que nos salvará para sempre.
Somente Ele podia ter tanto amor e bondade...
Somente Ele sabia que a bondade de Deus é um fator ponderável e de suprema importância no equilíbrio das coisas.
Somente ele podia compreender os meandros íntimos das coisas, os quais são ininteligíveis à nossa ignorância.
Somente Ele podia enxergar a verdade sob a aparência enganosa
de nossa ilusão perversa.
Somente Ele podia encarar face a face a luz magnificente de Deus, sem ser ofuscado pela chama devoradora que jorra perpetuamente do imo de Deus e espalha-se por todo o Universo.
Somente Ele podia amar sem as amarras rasteiras do egoísmo e da maldade que pesa como uma tonelada em nossa alma.
Somente Ele podia espalhar as rosas refulgentes do bem, puras e sublimes, as quais foram colhidas no jardim eterno de Deus.
Somente Ele podia oferecer a flor magnífica do perdão sem a praga do interesse e da maldade que nos envenena.
Somente Ele podia difundir pelas estradas pedregosas do mundo a beleza sublime do sentimento.
Somente Ele podia encarar sobranceiro toda a corja de demônios do inferno e afastá-los com um simples olhar.
Somente Ele podia falar sem a malícia ignorante que corrompe
nossas mais belas palavras.
Somente Ele podia cantar a beleza supimpa da legítima humildade sem a ulcerosa nódoa do orgulho que nos enlouquece.
Somente Ele podia plantar a semente luminosa da simplicidade verdadeira sem a erva daninha da vaidade.
Somente Ele podia iluminar nossas trevas com sua sabedoria portentosa, oriunda da verdade eterna de Deus.
Somente Ele podia chamar a si o desafio supremo e assombroso do sacrifício espantoso que nos salvará para sempre.
Somente Ele podia ter tanto amor e bondade...
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