“Eu e o Pai somos um.”
João 10:30
Esta frase
aparentemente simples serve para extrair profundos ensinamentos. O divino
mestre não disse: “Eu e o Pai somos semelhantes” e sim: “somos um” proferindo
sua absoluta identificação com Deus.
A que propósito, o que ocasionou a encarnação
e descida de alturas inimagináveis de um ser tão perfeito? Estudando os
evangelhos salta à vista a bondade sem limites do mestre divino, seu amor
sublime, totalmente desinteressado e uma retidão moral magnificiente.
A encarnação do
mestre é um ponto crucial na história da humanidade, é o acontecimento de maior
importância da história.
É óbvio que
raros no momento atual da evolução humana poderão compreender a importância
deste fato. A natural maldade humana aliada à estupidez não podem de forma
alguma aceitar isto, pois não compartilham com o bem, seus valores são invertidos
e falsos. Os perversos vivem psicologicamente em um estado de alienação moral
contínua, escravos de paixões infames, fraquezas ridículas, violência e
imoralidade. Só enxergam o mal em sua bitolada visão perversa.
A encarnação do
mestre é um fenômeno transcendente relacionado às origens do universo, à
criação cósmica e às leis profundas e potentes, às quais governam tudo e todas
as criaturas no universo infinito em todos os planos de existência.
O evangelho do
mestre divino é um código sublime, roteiro seguro à redenção e transformação
moral de todos os corações humanos, abrindo a alma humana à claridade divina
libertando todos os infelizes pecadores acorrentados ao mal.
Esta obra de salvação
seria impossível sem o sacrifício assombroso de nosso mestre divino, a quem
temos uma dívida eterna.
Ao dizer “Eu
sou o caminho, a verdade e a vida” o mestre Jesus expressou uma verdade profunda
relacionada à transcendente realidade que governa tudo e todos por toda a
eternidade.