O divino Mestre.

O divino Mestre.
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

sábado, 20 de dezembro de 2014

O mestre: sua luz abençoada.


Mil vezes abençoado o dia em que nosso mestre Jesus apareceu entre nós.
Mil vezes abençoada sua mensagem pura de amor e bondade, paz e verdade.
Mil vezes iluminada é esta mensagem sublime, oriunda do amor infinito de Deus, um presente magnânimo de sua misericórdia infinita para nós, -filhos perversos e alienados- ovelhas desgarradas de seu rebanho.
Quem abrir sua alma à sua claridade magnífica vai comungar com o reino da luz eterna que penetra em todas as coisas do universo.
Quem aceitar seu banquete de luz vai caminhar pela estrada resplandecente que conduz ao coração de Deus para sempre.
Quem seguir as pegadas de nosso sublime mestre em seu caminho de sacrifício, amor, bondade sublime e verdade, encontrará seu lugar precioso na estrada que conduz às regiões portentosas do bem eterno, onde reina a pureza, a beleza, o amor puro e a luz excelsa.
Quem abrir seu coração à luz evangélica no combate do dia a dia, atrairá bençãos auspiciosas à sua vida e nunca mais comungará com as coisas tortas do demônio, que perverte e corrompe desde sempre.
Quem aceitar esta luz divina palmilhará a senda da paz e serenidade, ainda que esteja caminhando por urzes espinhosas e esteja afundado no mar tempestuoso da dor infernal.
O amor de Deus cobrirá sua miséria, sua misericórdia infinita vai acolher sua pequenez perversa e egoísta e abrirá as portas da luz que brilha por toda a eternidade.
Por isto, não há palavras que possam expressar nosso agradecimento a nosso sublime mestre Jesus.
É a seu inenarrável e magnificente sacrifício que devemos nossa salvação por toda a eternidade.
A humanidade tem uma dívida eterna ao amor e à bondade de nosso mestre maior. Sem este amor inexprimível e seu sacrifício, chafurdaríamos para sempre nas trevas infernais de nossa miséria perversa e egoísta e seríamos aniquilados nas armadilhas astutas do diabo eternamente, até afogarmos no mar sangrento da loucura, violência e da morte; afundados até o pescoço em nosso próprio sangue.